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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Depois da morte!

Vagueando pela calçada suja e fria, embatendo corpo a corpo por outros vultos que tal como eu vagueiam por ali, sinto-me fria, jamais saberei descrever o que sinto dentro de mim. Algo me atenta a alma e me esmaga o ego, esta angustia que não quer sair dentro do meu peito, tento procurar explicação para tal tristeza e a resposta é nula e vazia. Sinto-me tão só mesmo estando no meio da multidão, tantos olhares em meu redor, ninguém pára! Ninguém me vê! Apenas eu fico ali à espera de uma voz que me dê conforto por fim.Desisto de andar, encosto-me a uma velha parede num beco escondido, as horas e os dias passam ali permaneço, à espera.... de um ombro amigo.

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